A Ubisoft, que havia apenas confirmado a data do lançamento de Assassin’s Creed III (30/10) resolveu botar lenha na fogueira e publicou no site oficial do game uma contagem regressiva que termina na próxima segunda-feira (05/03).
E é aí que as especulações começaram. Veja bem, AC é uma das
séries com maior potencial para bons roteiros, porquê flerta com a
ficção e com o passado histórico da humanidade. Entre games, livros,
quadrinhos e animações, já estivemos na Gália (Lugdunum), Israel (Acre),
Itália (Florença e Veneza), Constantinopla e Russia Imperial. Mas e
agora?
Quo Vadis?
Com tanto terreno a ser explorado (Egito Antigo, Revolução Francesa,
Grandes Navegações, etc.), ficava difícil adivinhar onde é que seria a
próxima aventura do grupo de assassinos secretos mais casca grossa dos
videogames.
O mistério foi solucionado quando vazou um pôster do novo game, com o
personagem principal apoiado sobre uma pedra e segurando na mão direita
uma machadinha e na esquerda uma garrucha. Ao fundo, o vento balança a
primeira bandeira com estrelas dos estados unidos (treze estrelas em
forma de círculos, representando as colônias inglesas).
A Revolução Americana
O pano de fundo do novo Assassin’s Creed é a Guerra da
Independência dos Estados Unidos, quando os treze Estados resolveram se
unir para se livrar do jugo explorador do velho continente.
Com a conquista do Canadá pela Grã-Bretanha, as Treze Colônias começaram
a sofrer com as altas taxas reais dos colonizadores e a situação se
tornou insustentável ao ponto da independência ser a única saída.
Resta saber de que lado o herói do game vai ficar. O pôster sugere que
esteja do lado das colônias norte-americanas, e se levarmos em conta o
cacete que a França tomou da Grã-Bretanha na Guerra dos Sete Anos (que
foi o estopim da Revolução Americana), nem precisamos ser especialistas
em História para adivinhar. Isso sem contar que a Ubisoft é uma empresa
francesa…
O pano de fundo
Não poderia existir ambientação melhor para um AC do que na geografia
dos EUA no final do século XVIII. Estradas de ferro, planícies e cânions
gigantescas, um prelúdio perfeito pro que estaria por vir no velho (até
então não nascido) oeste. Cavalaria, os casacas azuis versus os casacas
vermelhas. Isso sem contar a tensão política que qualquer guerra gera.
Se fossemos mais fundo, poderíamos até especular um envolvimento da Irmandade com a Sociedade dos Filhos da Liberdade, fundada em 1773 por Samuel Adams e John Dickinson, precisamente um ano antes da proclamação da independência.
Ter um personagem tomando parte de acontecimentos históricos como a batalha de Sartoga (1977) ou até mesmo de confrontos navais como o de Chesapeake (1780), seria nada menos que impressionante.
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